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A implantologia é uma ciência que surgiu no sec. XIX, mas o seu estudo científico foi realizada por Prof. Per-Ingvar Branemark ,MD,PhD of Gotenborg e o seu grupo da Suécia onde provou a biocompatibilidade e osteointegração do titânio em pacientes desdentados totais, desde 1965. Na realidade, a implantologia permite a reabilitação oral em pacientes que não têm um ou mais dentes, possibilitando a substituição de uma forma fixa (Prótese Fixa aparafusada ou cimentada sobre o implante).
O que é um implante?
Um implante é uma peça em titânio com uma forma de parafuso de metal biocompatível que, depois de colocado na mandíbula e maxila fica osteointegrado (Fixo). Um dente é composto de duas partes a coroa visível e a raiz não visível, quando se perde um dente, perde-se a coroa e a raiz, para substituir com implante é essencial uma raiz nova. Essa raiz é de titânio não sofre corrosão e não apresenta fenómenos de rejeição imunológica.
Os tratamentos realizados na implantologia implicam recurso á cirurgia, e têm várias etapas. Hoje em dia essas etapas podem ser reduzidas para três sessões clínicas, pelo processo "Nobel Guide".
Quem está indicado para os implantes? Na realidade, se o paciente tem osso em quantidade suficiente para colocar implantes e não sofre de nenhuma doença grave está indicado para a colocação de implantes, a partir da puberdade até a sua idade mais avançada. Nos raros casos em que o paciente não tem estrutura óssea suficiente, há sempre a possibilidade de realizar um transplante ósseo.
Considere-se um candidato ideal no caso:
Falte um, mais que um ou até mesmo todos os dentes.
Falta de estabilidade na sua prótese removível.
A sua prótese não esteja confortável, esteticamente adequada, o deixe inseguro ou já lhe tenha causado algum problema.
Tenha dificuldade na mastigação dos alimentos.
Quando se podem colocar os implantes? Existem diferentes filosofias que determinam o tempo de espera para colocação dos implantes, após a perda dos dentes naturais. Em alguns casos podemos colocar os implantes logo após a extração dos dentes obedecendo a critérios rigorosos da estabilidade primária do implante no osso. Noutros casos onde existe uma infecção óssea aguda ou crónica causada pelo dente é necessário esperar que o osso recupere dessa infecção, pelo menos de 45 a 90 dias. Noutros casos de regeneração óssea é necessário esperar de 3meses a 6 meses dependendo da extensão dos osso regenerado.
Pacientes com pouco ou falta de osso, é possível colocar implantes? Nos raros casos em que os pacientes não têm estrutura óssea suficiente, há sempre a possibilidade de realizar um transplante ósseo (auto enxerto) ou colocar um sistema de máximo aproveitamento do osso facial na zona do osso zigmático.
O que é um implante em função imediata?
Um implante em função imediata é colocada num acto cirúrgico o implante e a coroa em função imediata. Na prática o paciente sai do consultório com dentes novos no próprio dia da cirurgia. No entanto, os dentes são provisórios, já que as coroas definitivas não podem ser produzidas no mesmo dia, demoram no mínimo de 48 horas ao máximo de 5 dias, isto pelo processo tradicional de função imediata.
Com o avanço da informática e da radiologia, hoje já podemos colocar implante e coroa definitiva numa só sessão clínico, pelo sistema “Nobel Guide”.
Quem não é bom candidato para a instalação de implantes?
Pacientes psiquiátricos descompensados.
Crianças ou jovens até terminar o seu desenvolvimento (15-16 anos).
Pacientes fumadores compulsivos de mais de 20 cigarros dia.
Dependentes químicos (álcool, etc…).
Durante a gravidez, aconselhamos esperar que a futura mãe dê à luz.
Doenças sistêmicas graves, por exemplo leucemia.
Pacientes com cancro que estão em tratamento radioterapia ou quimioterapia.
Diabetes não controlada.
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